Dos símbolos

Não brinque comigo!
Pouco sabe você sobre os destroços da minha alma
iludida e terna.
Tenra.
Não jogue sobre mim as responsabilidades
de me parecer com seus encantos,
de mistificar os seus desejos,
ou de neutralizar seus pavores.
Não me jogue pedras,
não me confunda,
nem me ponha amarras
não me peça silencio
nem me cobre sigilo. Não estou pronta a prometer.
Apenas esqueça do gosto amargo, do ácido, do azedo…
E somente se lembre dos símbolos.
E das flores em meus cabelos.

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